Lista de Melhores do Ano

Listas de melhores do ano são uma tradição em blogues literários, então deixarei a minha, que, se não for útil para os leitores, ao menos será para o autor, num futuro longínquo em que queira rememorar quais livros merecem uma releitura (e de quais devo me afastar). Dividi em categorias aleatórias, e em alguns casos não sei bem explicar por que um livro está numa categoria e não em outra, sendo essa decisão puramente subjetiva.
Não-Ficção:
The Problems of Philosophy – Bertrand Russel
Os Dragões do Éden – Carl Sagan
A Civilização do Espetáculo – Mario Vargas Llosa
El Fin de la Fe – Sam Harris
Uma Temporada no Holiday – Giba Carvalheira

Teoria e Crítica Literária:
Clases de Literatura – Julio Cortázar
Sin Trama y sin Final – Anton Pavlovich Chejov
A Jornada do Escritor – Christopher Vogler
El Arte de La Novela – Milan Kundera
Sábados Inquietos – José Castello

Entretenimento:
A Tormenta das Espadas – George R. R. Martin
O Diamante de Jerusalém – Noah Gordon
The Walking Dead – A Ascensão do Governador – Robert Kirkman e Jay Bonansinga
O Cemitério – Stephen King
Número Zero – Umberto Eco
A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra – Robin Sloan
O Cavaleiro dos Sete Reinos – George R. R. Martin
The Adventures of Sherlock Holmes – Arthur Conan Doyle
As Minas do Rei Salomão – Henry Rider Haggard
A Fúria dos Reis – George R. R. Martin

Literatura:
Meridiano de Sangue – Cormac McCarthy
Ensaio Sobre a Lucidez – José Saramago
Fathers and Sons – Ivan Sergeevich Turgenev
A Trégua – Mario Benedetti
Rosshalde – Hermann Hesse
Os Maias – Eça de Queirós
Los Detectives Salvajes – Roberto Bolaño
A Imortalidade – Milan Kundera
O Silêncio das Montanhas – Khaled Hosseini
O Físico – Noah Gordon

Livros que me deram a sensação de ter sido enganado:
Eles Eram Muitos Cavalos – Luiz Ruffato
Ferdydurke – Witold Gombrowicz

Alguns dos livros que ficaram na lista de literatura poderiam ir pra de entretenimento ou vice-versa, porém creio que seria mais pela antiguidade de uns e outros que pela qualidade literária. A última categoria tem poucos livros porque alguns não consegui terminar esse ano, nem sei se conseguirei no próximo. Não julgo livros por serem “chatos”, e costumo descartar a opinião de quem faz esse tipo de crítica. Livros que me dão essa sensação de perda de tempo são aqueles que não me provocam nenhuma reflexão ou sentimento além de o de que poderia estar fazendo algo melhor. Livros sem um propósito evidente, que parecem partir de nada para lugar nenhum, com licença do clichê.

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